segunda-feira, 28 de julho de 2008

7º Festival de Arte Serrinha

A arte na Serrinha - by Renata - 07/08

Comecei a tomar conhecimento a respeito do Festival de Arte da Serrinha logo na sua primeira edição, através da Regina, mãe dos irmãos Delduque, Fábio e Marcelo, idealizadores do festival.

Desde então, falo que vou passar pela fazenda no mês de julho para participar de alguma oficina, workshop ou simplesmente ficar à toa por lá. Claro que isso acabava não sendo possível e ficava a promessa de que no próximo ano eu iria.

Agora, que o mês de julho está acabando e o festival também, posso dizer que fui até lá e que passei momentos inesquecíveis naquela fazenda. Fiquei de 6 a 11 de julho e voltei no dia 26 para ver mais uma vez aquela paisagem maravilhosa e quais transformações haviam acontecido no intervalo de 15 dias.

Participar do festival é uma experiência marcante até mesmo para aqueles que vão lá apenas para observar, como foi o meu caso.

As pessoas são maravilhosas e isso torna o ambiente muito mais acolhedor do que se possa imaginar.
As horas passam rapidamente, ao mesmo tempo em que se arrastam, mas nunca há tédio. O simples fato de você ficar deitada na grama olhando o céu ou apreciando as manifestações artísticas que acontecem sem parar a sua volta, tornam o dia repleto de vivências novas.

O ateliê fica pequeno para tantos artistas, que saem com seus pincéis e telas para os arredores dele. As tintas se misturam com o verde da natureza formando um colorido indescritível.

O olhar de todos é aguçado por tantas coisas belas que a própria natureza oferece e coloca diante dos nossos olhos sem precisar fazer força. As interferências que acontecem no espaço, não machucam a natureza, pelo contrário, buscam agradá-la e reverenciá-la.

A natureza é tratada como merece, com cuidado, carinho, atenção e por isso ela responde com suas matas, flores, cores e o silêncio que faz bem aos ouvidos. O canto dos pássaros é uma arte a parte dentro desse imenso e silencioso verde.

A arte está presente em todos os lugares. Quando vamos tomar um café, por exemplo, somos brindados com um cuidado e um carinho na apresentação de cada prato que é servido. Tudo é feito para que você se sinta bem e queira voltar, ou melhor, não queira sair de lá.

Nada se repete, tudo se renova ou é criado e as marcas de quem passou por lá vão ficando e tornando o espaço cada vez mais convidativo e iluminado.
Deixo aqui registrado o meu agradecimento pela forma como fui acolhida nessa 7ª edição do festival... Regina, tia Lucy, Fábio, Marcelo, Marina, Junior, Marcela, Flor, Peetsa, Alex, Cida, Oswaldo, Dudi, Bené, Lica, Carlão, Reginaldo e tantas outras pessoas que estiveram por lá na mesma época que eu.

Um comentário:

João Esteves disse...

Oi. Eis-me. Participar do seu blog é uma experiência marcante até mesmo para aqueles que vêm cá apenas para observar, como é o meu caso. Grato por visitar-me o bonde. Lá está seu gentil comentário, onde clicarei quantas vezes queira para voltar aqui, como faço alás com todos os meus comentaristas.