Acompanhando o "LIVRO DAS PERGUNTAS" de Pablo Neruda, com ilustação de Isidro Ferrer e tradução de Ferreira Gullar, editado pela Cosac Naify, que acabei de comprar, veio um marcador de páginas com a seguinte frase:
"O essencial da arte é exprimir; o que se exprime não interessa" Fernando Pessoa.
Isso me dá forças para continuar escrevendo e fotogrando cada vez mais.
É a minha expressão!
Mais sobre o livro...
"Uma forma de instigar inquietação e curiosidade das crianças, o Livro das perguntas, de Pablo Neruda, é um trabalho sem paralelo na obra deste que foi um dos maiores poetas do século XX. A edição tem tradução do também poeta Ferreira Gullar e conta com um esmerado projeto gráfico e impressão cuidadosa.
Espécie de testamento poético, onde o olhar da criança convive com o do homem sábio, o livro traz uma viagem ao imaginário de Neruda, onde as mais de 200 perguntas, divertidas e fora do comum, ajudam o leitor a refletir sobre o mundo, os homens, os animais, os elementos da natureza, o significado da vida e da morte, sobre tudo, enfim.
Com reproduções fotográficas de colagens e instalações, o ilustrador Isidro Ferrer, ao invés de tentar responder às perguntas de Neruda, captura a essência dos poemas e cria suas próprias questões por meio de uma série de pequenos cenários surrealistas, construídos como metáforas da sua maneira de perceber o mundo.
Ao final, a edição dá voz às crianças, que assinam os textos sobre o autor, ilustrador e tradutor." (Sinopse retirada do site da Editora Cosac Naify)
Espécie de testamento poético, onde o olhar da criança convive com o do homem sábio, o livro traz uma viagem ao imaginário de Neruda, onde as mais de 200 perguntas, divertidas e fora do comum, ajudam o leitor a refletir sobre o mundo, os homens, os animais, os elementos da natureza, o significado da vida e da morte, sobre tudo, enfim.
Com reproduções fotográficas de colagens e instalações, o ilustrador Isidro Ferrer, ao invés de tentar responder às perguntas de Neruda, captura a essência dos poemas e cria suas próprias questões por meio de uma série de pequenos cenários surrealistas, construídos como metáforas da sua maneira de perceber o mundo.
Ao final, a edição dá voz às crianças, que assinam os textos sobre o autor, ilustrador e tradutor." (Sinopse retirada do site da Editora Cosac Naify)
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Um comentário:
Renata,
Só hoje tive possibilidade navegar pelo seu blog. Seu diário me fez pensar que registrar, por escrito ou pela imagem, o que vimos, sentimos e experimentamos, retrospectivamente, em relação a um (s) acontecimento (s), chegamos mais próximo do mundo vivido, ressignificando-o, como diz Machado de Assis “ ... nos faz senhores da terra, (...) esse poder de restaurar o passado, para tocar a instabilidade das nossas impressões(...) “.
Afinal, memória não é apenas registro, é também construção que cria espaços, produz lembranças e eterniza instantes.
Obrigada por compartilhar suas lembranças.
Um abraço
Margarida
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